JIASA Rolando em Floripa

Arquivado em:Subversão — posted by libertarios on 2007 julho @ 23/07/2007

O JIASA(Jornada Interdisciplinar  de Ações em Saúde e Meio Ambiente) é um evento que está rolando aqui em Floripa, na UFSC, começou hoje e termina na quinta-feira.

O evento engloba palestras e oficinas com temas como permacultura, saneamento, transporte público, movimentos sociais, e software livre.

Para maiores informações visitem o site do evento.

Talvez comunistas não comam criançinhas, mas os padres…

Arquivado em:Subversão — posted by libertarios on 2007 julho @ 16/07/2007

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Charge de Ivan Cabral

A Arquidiocese de Los Angeles, nos Estados Unidos, aceitou pagar US$ 660 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) a mais de 500 vítimas de abusos sexuais cometidos por sacerdotes locais, um caso sem precedentes desde os escândalos de pedofilia que afetaram o clero do país em 2002. Com o acordo, cada vítima deve receber mais de US$ 1 milhão em indenizações.”

Noticia completa(ultimo segundo)

Outros links:

Documentário “Sex Crimes and Vatican” (Inglês) 

Blog do Pedro Doria

Diário Ateísta

O Biscoito Fino e a Massa

Arquivado em:Subversão — posted by libertarios on 2007 julho @ 15/07/2007

“É a sinceridade que liberta
e não a verdade,
A ética é uma conseqüência
do comportamento
e não a sua reguladora,
É a ludicidade que nos desbloqueia
e não a lucidez,
É a unidade e não a semelhança
que nos socializa a liberdade,
É a criatividade e não a produção
que justifica o trabalho,
É o tesão que dá solução
às relações humanas
e não o sacrifício,
É o amor que vale a pena
e não a vida”

Roberto Freire
Pedagogia Libertária

Pan demonium

Arquivado em:Subversão — posted by libertarios on 2007 julho @ 11/07/2007

 pan

Imagem de autoria do  André Dahmer, Criador dos malvados

Algumas visões interessantes sobre o assunto:

Fonte: http://www.fazendomedia.com/diaadia/protoblog.htm

Uma conversa distraída e 2 perguntas

Durante minha ida ao Morro do Alemão, presenciei uma conversa distraída entre três moradores. Eles riam de reportagens sobre a favela, um sorriso espontâneo, sem deboche, e comentavam: “pôxa, tem uns que escrevem ‘tiroteio no alto da Grota’. Mas a Grota é uma favela plana, como o próprio nome sugere”. O outro retruca: “Pois é, às vezes acontece alguma coisa aqui embaixo e eles escrevem que é no Complexo da Penha; ou então tá na Vila Cruzeiro e diz que é Complexo do Alemão”.

Esse pequeno detalhe revela o desconhecimento da grande maioria dos jornalistas acerca do que escrevem. E isso tem um efeito multiplicador extremamente danoso à sociedade, que será mal informada e passará a formar opiniões deturpadas.

Pior, os problemas decorrentes dessa ignorância jornalística vão além do contexto geográfico. A maneira como é construído o discurso a respeito das favelas associa o morador dos espaços populares a bandidos e estes a monstros que devem ser eliminados. Isso explica, por exemplo, o que ouvi de um amigo quando mostrei as fotos abaixo: “Ué, não roubaram a sua câmera? Mas na favela só tem bandido…”. E isso explica também o discurso do governador do Estado, Sérgio Cabral, ao se ver diante dos laudos que comprovam execuções sumárias e tortura: “Eram todos bandidos”.

O governador, ao proferir este discurso, contraria a versão de sua própria polícia, que divulgou a lista de 19 mortos separadas em três categorias: “menores”, “com antecedentes” e “sem antecedentes”. Eram 11 com antecedentes. Se eu for usar as versões dos moradores do Alemão (que até agora possuem a versão mais plausível), a coisa fica ainda pior: seriam apenas 8 bandidos. Mas vamos ficar com os números oficiais, por ora.

Sendo assim, eu gostaria de fazer duas perguntas, em público, ao governador (já que não adianta pedir entrevista – na semana passada foram cinco pedidos à Secretaria de Segurança, todos ignorados): 1) Senhor governador, desde quando, num Estado Democrático de Direito, o Poder Executivo está apto a julgar o cidadão? Não caberia ao Poder Judiciário resolver, após garantir amplo direito de defesa, quem é e quem não é bandido? 2) Senhor Sérgio Cabral, pode-se inferir de vossa fala que o Poder Executivo Estadual do RJ concorda com a tortura e a execução de bandidos?

Outro link interessante:  A equivocada mistura de “guerra” e “criminalidade”



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