Mais um tijolo no muro

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O julgamento de 11 ativistas pertencendo ao grupo Anarquistas Contra o Muro chegou ao fim hoje, após cerca de três anos. Sete dos réus foram condenados por aglomeração ilegal e pela destruição de propriedade pública. e vão realizar 80 horas de serviço para a comunidade.

O veredicto de outros três réus foi adiado para 18 de Março, por se terem agrupado estas acusações com outras anteriores referentes a atividade política.

O ativista da AATW, Jonathan Pollak, recebeu uma
sentença de prisão de 3 meses com pena suspensa.

Abaixo um trecho da declaração do ativista Jonathan Pollak no tribunal:

“Se este julgamento não tivesse sido efetuado por um tribunal da ocupação, n democracia imposta aos 3,5 milhões de palestinos, subjugados aos quais retiraram as mais básicas liberdades democráticas, este julgamento seria sobre o Muro; o mesmo muro que foi definido como ilegal pela mais alta autoridade legal do mundo; o mesmo muro que é usado como instrumento político na campanha de limpeza étnica levada a cabo por Israel nos Territórios Ocupados; esse mesmo muro cujo traçado prévio, o traçado estabelecido durante os dias das acções, estava fora da lei até para tribunais de Israel! Não deveríamos ser nós a comparecer como acusados aqui, mas realmente os planejadores e executores do Apartheid israelita.”

Você pode encontrar o texto completo em: http://www.ainfos.ca:81/pt/ainfos03553.html

Site dos anarquistas contra o muro: http://www.awalls.org/

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